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A gestão de contas a pagar e contas a receber é um dos pilares da saúde financeira de qualquer empresa. Para Controllers e profissionais de finanças, entender as diferenças, os impactos no fluxo de caixa e os principais indicadores dessas contas é essencial para garantir liquidez, previsibilidade e equilíbrio financeiro.
Neste artigo, você vai entender o que são contas a pagar e contas a receber, por que são críticas para a controladoria e como utilizá-las de forma estratégica na gestão financeira.
Contas a pagar representam o dinheiro que a empresa deve a fornecedores por bens e serviços adquiridos a prazo.
Exemplos comuns:
A correta gestão de contas a pagar permite:
Para o Controller, contas a pagar impactam diretamente o capital de giro.
Giro de Contas a Pagar
Custo de bens vendidos / Média de contas a pagar
Prazo Médio de Pagamento (PMP)
(CP / Custo de bens vendidos) × 365
Média de Pagamentos por Dia
Útil para planejamento de caixa e negociações.
Contas a receber representam os valores que os clientes devem à empresa por vendas realizadas a prazo.
Exemplos comuns:
A gestão eficiente de contas a receber:
Para a controladoria, contas a receber são um dos principais ativos operacionais.
Índice de Rotatividade de Contas a Receber
Vendas a crédito / Média de contas a receber
Prazo Médio de Recebimento (PMR)
(Contas a receber / Vendas a crédito) × 365
Índice de Inadimplência
Avalia risco de não recebimento.
A relação entre contas a pagar e a receber determina o ciclo financeiro da empresa.
O Controller deve buscar equilíbrio entre prazos, negociando com fornecedores e clientes de forma estratégica.
Atenção aos principais erros:
Esses erros afetam diretamente liquidez e rentabilidade.
A gestão eficiente de contas a pagar e contas a receber é essencial para manter o fluxo de caixa saudável e reduzir riscos financeiros. Para Controllers, dominar indicadores, processos e boas práticas dessas contas significa maior previsibilidade, controle e capacidade de decisão.
Empresas maduras transformam contas a pagar e receber em instrumentos estratégicos — não apenas operacionais.
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